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033_R16

CONCURSO PORTO OLÍMPICO RIO 2016

Proposta para Concurso Público de Projetos
Prefeitura Municipal do RJ – IAB/RJ
Rio de Janeiro, RJ
Proposta – 2011
Área construída proposta: 407.100,00m²
Área total de intervenção urbanística: 446.873,36m²

OBJETIVOS
Recuperar a DIVERSIDADE do território: onde a sociedade possa conviver harmonicamente e se expressar por meio de configurações diferenciadas, raças, etnias, classes sociais, culturas, modos de vida, valores, organizações, crenças e representações
Consolidar um espaço HÍBRIDO: onde as diferentes atividades e usos ocorram de forma integrada: espaços de trabalho, comércio, lazer e habitação compartilhando o mesmo lugar, com acessibilidade e respeito ao meio ambiente de forma sustentável.
Ampliar os ambientes de INTERFACE: onde o comunitário prevaleça sobre o individual, e os espaços públicos tenham maior importância, gerando novas relações público X privadas e um novo sentido de urbanidade.

PROPOSTA
A área da Av. Francisco Bicalho e seu entorno imediato, encontra-se em uma posição estratégica no território do Rio de Janeiro. Considerando-se o projeto dos Jogos Olímpicos Rio 2016, pode ser considerada como o NÓ mais importante da rede olímpica.
A proposta apresenta-se sobre duas redes – a cidade do Rio de Janeiro, entendida como a rede global, e o projeto dos jogos olímpicos, a REDE OLÍMPICA, entendida como a rede local, sobrepostas, justapostas, que interagem e convivem harmonicamente criando uma nova centralidade. Este nó, apresenta-se como um modelo, um novo modelo de cidade, uma cidade dentro da cidade. Recupera a memória e a história, devolvendo a população uma área que se encontrava degradada e sub-utilizada.

Construído sobre os preceitos contemporâneos da sustentabilidade e acessibilidade universal, o projeto parte do princípio da coletividade, onde o mais importante é o usuário. A arquitetura servindo ao bem-estar da população e ao coletivo.
Recupera a DIVERSIDADE da cidade, consolidando-se como um espaço HÍBRIDO, onde os diferentes usos e atividades convivem integradamente, e onde as pessoas podem morar, trabalhar e desfrutar de espaços públicos de qualidade num mesmo espaço.

Estes espaços públicos, ou mesmo públicos-privados, resultado de arquiteturas que favorecem a convivência e a integração, configuram-se como espaços de INTERFACE, que relacionam o projeto com a cidade pré-existente, bem como os usos privados e públicos, e as atividades residenciais, comerciais, de serviços e de lazer.

Implantação.Implantação geral.Vista aérea geral.Espaço de convivência.Terraço.Vista hotel.

VISUALIZAR AS PRANCHAS:

EQUIPE

Arq. Paula de Moraes Lopes
Arq. Alexandre Pereira Santos
Arq. Tiago Holzmann da Silva
Arq. Leonardo Marques Hortencio
Arq. Leonardo Damiani Poletti
Arq. Lucas Gonçalves Valli
Arq. Fernanda Zucolotto
Arq. Paula Motta

Colaboradores:
Socióloga Eliete Gomes, Arq. Julio Celso Vargas, Acad. Arq. Angélica Magrini Rigo, Acad. Arq. Daniela de Conto, Acad. Arq. Aline Taís Comiran, Acad. Arq. Gian Nicola Ricci, Acad. Arq. Raquel Zaffalon.